Genéricos e similares
Genéricos, similares, qualidade dos medicamentos e a relação de confiança entre médico, paciente e farmácia.
A Lei dos Genéricos é de 1999. Em 2004, cinco anos depois, o mercado brasileiro ainda vivia a confusão entre três categorias: o medicamento de referência, o genérico (com bioequivalência comprovada e sem marca) e o similar (com marca própria, ainda sem a exigência de testes de equivalência que viria em 2014). Pedro escreveu para desfazer essa confusão no balcão da farmácia.
A preocupação dele era a qualidade do que o paciente tomava e a confiança que sustenta a relação entre médico, paciente e farmacêutico. Prescrever é uma responsabilidade; substituir a prescrição, outra.
Este é o primeiro de dois textos sobre o tema no mesmo ano, seguidos de "Doutor: não deixe a farmácia trocar sua receita". Lidos em conjunto, mostram um médico atento ao que acontecia depois que o paciente saía da consulta.
Este artigo integra o arquivo histórico de Pedro Moretti Guedes. Deve ser lido como documento de época: a Medicina, a farmacologia e as recomendações de saúde mudaram desde a publicação.
O recorte original está preservado pela família e será publicado aqui quando a digitalização puder ser conferida contra o original.